A dois (in memoriam)
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Sempre que olho nosso túmulo
Jogo alguma coisa nele
Não sei se flores ou se nada
Ou se um nada de lágrimas forçado
Ora eu sempre visito onde um dia morremos
E mesmo quando deixo um nada
Deixo
Por já ter deixado muito em nossas vidas
Ora eu sempre nos visito
E sempre algo fica
E sempre ainda vou ou ainda venho
Ao nosso cemitério
Só que mesmo mortos juntos
Nunca te vejo nos visitar
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August 9th, 2010 at 9:45 pm
BONITO, TRISTE, ESTA DONA TE FAZ SOFRER HEIM!
August 13th, 2010 at 11:17 am
eu não resisti à sua dor? indiferença?poste mais poemas assim!e voltei para postar um poema de improviso,inspirado no seu:
A funérea saudade,
Vencida se esquece da vida,
E do muito da lembrança que se tinha
Resta pouco para dizer-se: te amo.